Como lidar com relacionamentos difíceis!

Quais os aspectos que acredita que precisa melhorar e as habilidades comportamentais que precisa desenvolver para ter relações interpessoais mais felizes, duradouras e gratificantes?

Etimologicamente, relacionamento é uma palavra simples, mas em termos práticos envolve uma complexidade imensa, um desafio constante e diário.

Relacionar-se consigo mesmo muitas vezes é por si difícil, dependendo do grau de autoconhecimento, de nossa maturidade emocional e da capacidade de compreender e ser compreendido pelo outro.

Cada ser humano é complexo, multifatorial e multideterminado, sendo atravessado por uma história de vida, cultura e modelos sociais que geraram uma subjetividade, uma maneira única de perceber e avaliar os ambientes, os contextos e de fazer leituras fenomenológicas dos acontecimentos e das pessoas. Enfim, cada um faz um recorte da realidade de maneira altamente personalizada.

Neste caso, imaginem quando a questão é relacionar-se com o outro; então esta complexidade aumenta, já que todos temos nossas idiossincrasias e portanto sendo necessário desenvolvermos determinadas habilidades e competências que possam garantir um convívio saudável e enriquecedor no aspecto relacional, tais como a empatia, o respeito e a aceitação do outro.

Neste contexto entra em jogo também a questão do acolhimento do ser na sua individualidade e na sua integridade, não podendo nos esquecer dos critérios dos limites, estes necessários para estabelecermos o ponto de equilíbrio do que queremos e precisamos compartilhar com o outro, seja no aspecto físico ou simbólico.

Como lidar com relacionamentos interpessoais difíceis?

Não existe uma receita pronta quando o assunto se refere a relacionamentos interpessoais. No entanto, elenquei aqui 6 aspectos que acredito serem primordiais para desenvolvermos e mantermos relacionamentos saudáveis:

1- Cultivar o diálogo:

Gostaria de ressaltar a questão do diálogo e das criticas construtivas nos relacionamentos que, quando bem direcionadas geram crescimento e aprendizagem pessoal e relacional. Cultivar o diálogo é tao importante que um mal entendido pode ser evitado ou clarificado diante de uma boa conversa.

2- Empatia:

Faça o seguinte questionamento caso tenha se envolvido em uma dinâmica relacional atribulada: Será que o “difícil” é realmente o outro? E’ importante que as pessoas percebam suas posturas e comportamentos para que verifiquem a possível necessidade de mudanças. Igualmente importante é viabilizar o processo do encontro desenvolvendo um dialogo empático. A empatia é imprescindível neste processo, colocando-se no lugar do outro.

3- Respeito ao ponto de vista do outro:

Cada pessoa tem uma percepção única de um determinado fenômeno, fazendo um recorte especifico da realidade, a partir de sua subjetividade, não tendo a capacidade de visualizar e perceber o fenômeno em sua totalidade. Sendo assim, se um percebe de um jeito e o outro percebe de outro, não quer dizer que os dois estejam certos ou errados. Quer dizer que ambos verificaram aspectos distintos em um momento especifico, fazendo uma leitura diferenciada. Sendo assim, é necessário aprender a respeitar o ponto de vista do outro, e muito mais que isto, tentar perceber como o outro, mas não se abstendo da própria individualidade. As diferenças devem sempre ser motivo de crescimento e nunca de separação ou segregação.

4- Tolerância ao diferente:

Vivemos em um mundo da diversidade e nisto consiste sua riqueza. A tolerância é a capacidade de reconhecer no outro uma alteridade legitima, onde a partir das discrepâncias, do diferente, termos oportunidade de desenvolvermos habilidades como a harmonia e capacidade de compreensão do outro.

5- Regras de conduta e ética:

Toda e qualquer sociedade apresenta o seu sistema de valores, condutas e normas sociais, as quais são legitimadas no próprio convívio social. Aquele que foge ou se desvia do padrão estabelecido no “contrato social” é colocado à margem. Isto acontece porque sem regras de conduta os relacionamentos se desorganizam.

6- A importância da escuta:

A arte da escuta é a base do diálogo e consequentemente para o sucesso em todo convívio. Escutar não é o mesmo que ouvir; a escuta demonstra interesse e interpretação dos fatos, onde há envolvimento no discurso do outro. A partir desta conduta de escuta e diálogo evitamos conflitos e viabilizamos o desenvolvimento de outros atributos como companheirismo, aceitação e tolerância.

Infelizmente, em alguns casos, o relacionamento tornou-se inviável pelo alto grau de toxidade que foi desenvolvido. Neste caso, o melhor a fazer é dar uma pausa, a fim de criar novas perspectivas de reaproximação em um outro momento.

33% das pessoas no mundo sofrem do mesmo mal que ela. Tu podes ser uma das vítimas!

Vais descobrir agora que outras pessoas são iguais a ti!

Já paraste para pensar como é a vida de quem é ansioso? Acredite, não é nada fácil!

É uma condição incontrolável na qual os sentimentos ficam à flor da pele a espera que algo aconteça em fração de segundos. Mas, na vida real, não é assim. É por isso que as pessoas que possuem crise de ansiedade sofrem tanto.

Vê neste vídeo como é sentir-se ansioso…

12 coisas que só pessoas que pensam demais vão entender

E ali está você, indo fazer algo, quando de repente… Opa. Será que devia fazer isso primeiro ou ir fazer outra coisa?

É do tipo de pessoa que quando tem muitas coisas para fazer, acaba pensando demais e fazendo de menos? Então, provavelmente irá se identificar com os itens abaixo:

1. Ouvimos o tempo todo: “Escolhe logo!”, “Vamos, rápido!”

Se é do tipo de pessoa que pensa demais, provavelmente já ouviu muitas vezes coisas desse tipo. As pessoas apressadas e rápidas, acabam achando que é fácil escolher e agilizar tudo. Mas o tempo é uma tortura para quem fica pensando em todos os detalhes, além disso, só a ideia de ter tempo para algo, torna a situação ainda mais complicada, afinal, agora ainda tem mais a preocupação do horário.

2. Não conseguimos dormir se fizemos escolhas “erradas”.

Toda escolha é vital, e a vida é feita delas. Então, só de imaginar ter escolhido errado, já é o suficiente para encher a cabeça daqueles que pensam demais nas coisas. Afinal, começam surgir possibilidades absurdas e situações inusitadas em nossa mente.

3. Não consideramos a tomada de decisão uma questão de branco e preto.

Nada é tão definitivo assim. Existem sempre outras opções, e quem pensa demais enxerga todo o espectro de possibilidades. Muita pessoas acham que pensar demais é um incômodo, mas na realidade pode ser uma bênção.

Vemos inúmeras possibilidades, em vez de uma mera solução ou opção.

4. Somos a melhor pessoa para dar conselhos.

Aquelas pessoas que pensam muito nunca se surpreendem quando alguém vai pedir conselhos. Afinal, já sabem por que vão até elas com suas brigas domésticas e dramas familiares – porque justamente por pensar demais, a pessoa irá dissecar a situação e analisar todas as implicações.

Além disso, todo mundo adora quando outras pessoas param para refletir sobre seus dilemas, isso dá uma sensação de importância.

5. Às vezes preferimos que os outros escolham pela gente.

As pessoas que pensam demais sabem por que a frase: “Pode escolher” não só ajuda, como salva. Às vezes, tudo que queremos é que a outra pessoa escolha pela gente, pois assim não teremos de examinar mentalmente todas as possibilidades (o que, aliás, é muito cansativo).

Ficamos felizes quando alguém decide algo trivial como o restaurante onde vamos almoçar.

6. As “grandes” decisões são fáceis.

O estranho das pessoas que pensam demais é que quando se trata daquelas decisões decisivas, elas conseguem identificar aquilo que querem rapidamente. Na verdade, o que faz com que elas fiquem ansiosas, são as coisas bobas do cotidiano.

Grandes decisões são empolgantes e poderosas, mas as pequenas decisões nos enchem de ansiedade.

7. Nos arrependemos, nos arrependemos, nos arrependemos.

Ah, do arrependimento ninguém se escapa. Depois daquela decisão importante, vamos debater mentalmente se fomos impulsivos demais ou se fizemos a escolha certa. Às vezes, nos arrependemos e duvidamos do nosso instinto.

8. Precisamos racionalizar sempre.

Só quem pensa demais, consegue entender por que mesmo após algo incrível acontecer, gostamos de parar para pensar como aquilo aconteceu, se vai acontecer de novo e se merecemos.

9. Nossa mente é uma constante batalha.

Nosso instinto está sempre presente. E “confie em mim” é o que ouvimos da primeira vez que consultamos nosso cérebro sobre alguma coisa. Mas o problema é que nossas preocupações tendem a tomar o lugar da sanidade e, de repente, está rolando uma batalha de escolhas dentro da nossa cabeça.

10. Temos a consciência que nosso comportamento é irritante.

Sabemos o quão irritante pode ser não saber sequer qual sabor de sorvete queremos, mas isso é inevitável. Na realidade, quando outras pessoas escolhem com facilidade, queremos ser da mesma maneira.

11. Sabemos o valor de não ser apressado.

Quem pensa demais, conhece os pontos positivos e negativos dessa característica, afinal, já pensou nisso. Quem pensa muito, costuma ter mais calma e sabe o valor e importância disso.

Não menospreze quem pensa demais, porque um dia vai se arrepender das escolhas que fez e nós estaremos oferecendo nosso ombro: “Sei como é”.

12. Não gostamos de vendedores que mostram “mais opções”.

Quando aqueles vendedores desesperados pela venda resolvem dizer que há várias opções, temos vontade de assassiná-los. Sério? Mais opções? Já estava difícil com as três que mostrou, calma homem.

Já acordaste e não conseguiste mexer-te? Isto é o que está acontecer contigo.

Muitas pessoas já experimentaram essa estranha condição.

Quando está caindo no sono ou acorda,  tenta se mexer para o outro lado, mas não pode. Não pode mover seus braços e pernas, é como se eles estivessem grudados no colchão.

Então, tenta se mover, gritar por ajuda, mas não pode falar.  E de repente, pode se mover.

Esta experiência é conhecida como paralisia do sono e é uma das condições mais assustadoras. Não entre em pânico, não há uma explicação simples!

Antes dos estudos desta condição, as pessoas culpavam as forças sobrenaturais. Muitas vezes o diabo e seus demónios foram responsabilizados por esses momentos assustadores. Todos esses contos não são verdadeiros, e é por isso que há uma explicação científica para isso.

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A paralisia do sono ocorre quando a mente do indivíduo está acordada, mas o corpo ainda está dormindo. Geralmente ocorre quando as pessoas estão caindo no sono, mas mais frequentemente quando eles estão prestes a acordar.

A mente e o corpo estão em ponto específico entre o sonho e o acordar e por isso todas as coisas estranhas acontecem. A razão da paralisia do sono é natural, uma vez que ocorre quando você está em REM (movimento rápido dos olhos), quando as pessoas estão sonhando.

Algumas pessoas chegam até a falar que veem sombras assustadoras em seu quarto, mas elas na verdade são alucinações.

Pode pensar que você esta consciente, mas sua mente ainda está sonhando e que é por isso que tudo é mais realista. A questão é: Como fazer estas condições desaparecem?

A primeira pergunta é: Dorme bem? Está ansioso? Assistiu a um filme de terror antes de ir para a cama? Todos estes acontecimentos podem causar a paralisia do sono.

Portanto, tente se livrar do stress e relaxar antes de ir para a cama. Se não está sob stress, então pode ter uma boa noite de sono.

Se isso não ajudar, pode olhar para a sua história familiar e medicinal. Pode estar tomando uma medicação que está causando problema ou pode ter um histórico familiar de problemas de sono.

Se acha que não pode resolver o seu problema, consulte um médico. Pelo menos sabe que não existem demónios que querem destruir sua vida.